terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Aposentados têm perdas de 70,7%
Segundo estudo da Unapeb, índice de perdas do aposentado foi de 70,7%, do ano 2000 para o atual
Semana passada lembramos do dia do aposentado. O que faltou foi motivos para comemorar, já que com o passar dos anos o aposentado brasileiro que ganha acima do salário mínimo vem acumulando mais perdas do que ganhos. Somente em 2012, o reajuste da aposentadoria foi de 6,08%, enquanto o aumento do mínimo foi de 14%.
“Com este cenário atual, a minha preocupação é que chegue o dia em que todos os aposentados passem a ganhar somente o salário mínimo”, afirma o presidente da União dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Unapeb), José Milson de Oliveira.
Para reforçar sua maior preocupação, José Milson revela alguns dados de um estudo desenvolvido pela Unapeb. “Constatamos que do ano 2000 para cá, o índice de perdas do aposentado brasileiro foi de exatamente 70,7%. Para ser ter uma ideia da gravidade dessa situação, quem ganhava três salários mínimos, por exemplo, hoje ganha apenas um”, afirma.
Fator Previdenciário
Criado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em tese para desencorajar a aposentadoria precoce, o Fator Previdenciário é apontado por José Milson como um dos maiores problemas do aposentado brasileiro.
“Quanto mais cedo nos aposentamos, menos benefícios ganhamos. Há uma luta nacional para que esse tal Fator Previdenciário seja extinto, mas enquanto isso não acontece, o melhor conselho que posso dá para quem pensa em se aposentar em breve é: aguente o máximo possível”, lamenta.
Apesar de criticar a situação de muitos aposentados, José Milson garante que o momento é bom para quem ganha apenas um salário mínimo. “Nos últimos anos aposentadoria foi facilitada para muita gente. É o caso do trabalhador rural, que apesar de não contribuir com a previdência social, pode se aposentar com 65 anos”, diz.
Férias garantem 775 postos de trabalho temporários
No verão, os estabelecimentos voltados ao lazer e entretenimento, além de alguns segmentos da indústria e comércio costumam registrar maior movimento, o que impulsiona a contratação de temporários. Segundo estimativa da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), até o final de janeiro, 775 trabalhadores devem ser contratados no Ceará.
De acordo com o estudo encomendado pela entidade ao Instituto de Pesquisa Manager (Ipema), o Ceará é o terceiro estado nordestino em número de contratações, atrás apenas de Bahia (1.195) e Pernambuco (1.116). O índice do Estado representa 17,31% na região Nordeste.
A nível nacional, a projeção é de que 24 mil trabalhadores sejam contratados, com expectativa de efetivação de 14%. Os setores de lazer e entretenimento devem contratar 18 mil temporários, o que representa 75% do total de vagas. Indústria e comércio devem ser responsáveis por cerca de 6 mil vagas, ou seja, 25% do total.
As principais funções são para atendimento, monitoramento, recreação, salva vidas, operadores de brinquedos, garçons, operador de turismo, serviços de quarto e de cozinha. A remuneração varia entre R$ 40 e R$ 150 por dia trabalhado.
Projeção
24 mil trabalhadores temporários devem ser contratados em todo o Brasil durante a temporada de férias, com expectativa de efetivação de 14%.
Semana passada lembramos do dia do aposentado. O que faltou foi motivos para comemorar, já que com o passar dos anos o aposentado brasileiro que ganha acima do salário mínimo vem acumulando mais perdas do que ganhos. Somente em 2012, o reajuste da aposentadoria foi de 6,08%, enquanto o aumento do mínimo foi de 14%.
“Com este cenário atual, a minha preocupação é que chegue o dia em que todos os aposentados passem a ganhar somente o salário mínimo”, afirma o presidente da União dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Unapeb), José Milson de Oliveira.
Para reforçar sua maior preocupação, José Milson revela alguns dados de um estudo desenvolvido pela Unapeb. “Constatamos que do ano 2000 para cá, o índice de perdas do aposentado brasileiro foi de exatamente 70,7%. Para ser ter uma ideia da gravidade dessa situação, quem ganhava três salários mínimos, por exemplo, hoje ganha apenas um”, afirma.
Fator Previdenciário
Criado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em tese para desencorajar a aposentadoria precoce, o Fator Previdenciário é apontado por José Milson como um dos maiores problemas do aposentado brasileiro.
“Quanto mais cedo nos aposentamos, menos benefícios ganhamos. Há uma luta nacional para que esse tal Fator Previdenciário seja extinto, mas enquanto isso não acontece, o melhor conselho que posso dá para quem pensa em se aposentar em breve é: aguente o máximo possível”, lamenta.
Apesar de criticar a situação de muitos aposentados, José Milson garante que o momento é bom para quem ganha apenas um salário mínimo. “Nos últimos anos aposentadoria foi facilitada para muita gente. É o caso do trabalhador rural, que apesar de não contribuir com a previdência social, pode se aposentar com 65 anos”, diz.
Férias garantem 775 postos de trabalho temporários
No verão, os estabelecimentos voltados ao lazer e entretenimento, além de alguns segmentos da indústria e comércio costumam registrar maior movimento, o que impulsiona a contratação de temporários. Segundo estimativa da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), até o final de janeiro, 775 trabalhadores devem ser contratados no Ceará.
De acordo com o estudo encomendado pela entidade ao Instituto de Pesquisa Manager (Ipema), o Ceará é o terceiro estado nordestino em número de contratações, atrás apenas de Bahia (1.195) e Pernambuco (1.116). O índice do Estado representa 17,31% na região Nordeste.
A nível nacional, a projeção é de que 24 mil trabalhadores sejam contratados, com expectativa de efetivação de 14%. Os setores de lazer e entretenimento devem contratar 18 mil temporários, o que representa 75% do total de vagas. Indústria e comércio devem ser responsáveis por cerca de 6 mil vagas, ou seja, 25% do total.
As principais funções são para atendimento, monitoramento, recreação, salva vidas, operadores de brinquedos, garçons, operador de turismo, serviços de quarto e de cozinha. A remuneração varia entre R$ 40 e R$ 150 por dia trabalhado.
Projeção
24 mil trabalhadores temporários devem ser contratados em todo o Brasil durante a temporada de férias, com expectativa de efetivação de 14%.
Fonte: Diário do Nordeste
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Brasil: um desapreço aos aposentados que percebem mais de um salário!
Por CLEMILDO BRUNET
Depois de tantas lutas, decepções e desenganos dos nossos aposentados que recebem a cima do Salário mínimo, mais uma vez o Governo Federal passa-lhes as pernas na questão do percentual dado a essa classe que há muito tempo numa luta renhida vem lutando pelos seus direitos. Mais uma vez as autoridades que governam este país, depois de terem achatados aos longos dos anos os proventos dos aposentados a que me refiro, vêm executando uma política diferenciada para os que percebem o chamado salário mínimo.
O pior em tudo isso é o engodo para ludibriar esses pobres coitados cujos compromissos aumentam dia-a-dia em face da idade e da saúde. A compra de medicamentos caros quase sempre levam embora 30 ou mais por centos do que lhe são destinados no benefício da Previdência Social. Pois bem, este ano não foi diferente em relação aos anteriores. Falou-se tanto em ganho real para os que percebem acima do salário mínimo, que aos ouvidos desses aposentados, tudo sairia de conformidade com o anunciado. Ledo engano!
Pois bem: nos últimos momentos para aprovar o orçamento de 2012, o Governo Federal suou frio, mas conseguiu aprovar o que queria, no entanto, não fez a inclusão do ganho real dos aposentados acima do salário mínimo. O deputado Federal Paulo Pereira da Silva (PDT/São Paulo), e o Presidente do Sindicato Nacional dos aposentados, pensionistas e idosos da Foça Sindical, João Batista Inocentini, garantiram em plenário o compromisso de todos os líderes do Partido, incluindo o PT e o PMDB, que até o final de fevereiro será criada uma comissão do Governo para discutir uma política permanente de recuperação do poder de compra dos aposentados acima do salário mínimo.
Não sou pessimista, mas tomara que aconteça. Acontece que essa turma, anos e mais anos, se reúne e no fim termina em pizza essa história; pois o que se vê, é um verdadeiro desapreço para quem trabalhou muitos anos e contribuiu religiosamente com a Previdência pública desse país, que hoje, de modo desavergonhado não paga aos seus beneficiários da mesma forma como eram as suas contribuições que lhes assegurava o valor real de salários de acordo com o que contribuíam.
INOCENTINI E PAULINHO OTIMISTAS...
“O compromisso em Plenário de todos os líderes de partido é uma grande vitória nossa. Finalmente todos estarão envolvidos e de acordo com a discussão de uma política permanente de recuperação dos benefícios desses aposentados, assim como já é feito com a política de recuperação do salário mínimo”, festeja Inocentini.
“Foi melhor do que esperávamos. No ano passado conseguimos incluir no orçamento o ganho real, mas o Governo não cumpriu. Agora temos o compromisso de todos os líderes de partido que vamos discutir uma política permanente de recuperação do poder de compra, o que é um grande avanço para os aposentados”, disse Paulinho.
Muitas mudanças em artigos foram feitas com facilidades no que diz respeito aos aposentados na Constituição/88 e do Estatuto do Idoso. FHC fez corte da fragilizada aposentadoria de 18%. Lula cortou mais 42% dos manipulados proventos, já Dilma com ares de grande vitoriosa nos tirou mais 8%.
Com a imoralidade desses cortes, já perdemos 68% das nossas aposentadorias, que se as leis não fossem modificadas, ou, se não houvesse alteração nas regras de um jogo no meio do prélio esportivo, os aposentados estariam tranquilamente recebendo o valor condizente de suas contribuições dos 35 anos passados.
Não paremos no tempo e no espaço, vamos cobrar cobertos de direitos dentro da ordem pacífica, porém com veemência, a validade da mesma correção dos 14% para todos os aposentados. Aliás, nenhum trabalhador brasileiro deveria receber aumento menor do que este percentual de 14%.
Foi deste modo que a sociedade juntou-se aos aposentados em 1991 para exigir os mesmos 147% dado de reajuste para os aposentados que ganhavam o salário mínimo, e para todos os outros aposentados do mesmo regime, porque já estava resolvido que estes ganhariam somente 54%.
Como vemos essa perseguição já é bem antiga. Vamos ressuscitar o efeito moral contido no “Affair 147” esperemos que isso aconteça logo agora em fevereiro.
Pombal, quinta feira, 27 de janeiro 2012.
*RADIALISTA, BLOGUEIRO, COLUNISTA
brunetco@hotmail.com
Entre 30 países com maior carga tributária do mundo, Brasil dá menor retorno à população
Estudo realizado com os 30 países do mundo com maior carga tributária mostra que o Brasil apresenta o pior desempenho em retorno de serviços públicos à população. A arrecadação de impostos no País atingiu a marca de R$ 1,5 trilhão em 2011 e ultrapassou o patamar de 35,13% em relação ao PIB. Os números são do documento "Estudo sobre Carga Tributária/PIB X IDH", realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Entre os 30 países, a Austrália apresenta o melhor desempenho em termos de retorno à população dos impostos pagos.
O ranking foi feito com base no Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (Irbes), criado pelo instituto como resultado de cálculo que leva em conta a carga tributária segundo a tabela da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de 2010 e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), conforme dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com a previsão do índice final para 2011. Quanto maior o valor do IRBES, melhor é o retorno da arrecadação dos tributos para a população.
Confira o Ranking
RANKING
1º) Austrália
- Carga tributária sobre o PIB: 25,9%
- IDH: 0,929
- Irbes: 164,18
2º) Estados Unidos
- Carga tributária sobre o PIB: 24,80%
- IDH: 0,910
- Irbes: 163,83
3º) Coréia do Sul
- Carga tributária sobre o PIB: 25,1%
- IDH: 0,897
- Irbes: 162,38
4º) Japão
- Carga tributária sobre o PIB: 26,9%
- IDH: 0,901
- Irbes: 160,65
5º) Irlanda
- Carga tributária sobre o PIB: 28%
- IDH: 0,908
- Irbes: 159,98
6º) Suíça
- Carga tributária sobre o PIB: 29,8%
- IDH: 0,903
- - Irbes: 157,49
7º) Canadá
- Carga tributária sobre o PIB: 31%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,53
8º) Nova Zelândia
- Carga tributária sobre o PIB: 31,3%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,19
9º) Grécia
- Carga tributária sobre o PIB: 30%
- IDH: 0,861
- Irbes: 153,6910º) Eslováquia
- Carga tributária sobre o PIB: 28,4%
- IDH: 0,834
- Irbes: 153,23
11º) Israel
- Carga tributária sobre o PIB: 32,4%
- IDH: 0,888
- Irbes: 153,22
12º) Espanha
- Carga tributária sobre o PIB: 31,70%
- IDH: 0,878
- Irbes: 153,18
13º) Uruguai
- Carga tributária sobre o PIB: 27,18%
- IDH: 0,783
- Irbes: 150,30
14º) Alemanha
- Carga tributária sobre o PIB: 36,7%
- IDH: 0,905
- Irbes: 149,72
15º) Islândia
- Carga tributária sobre o PIB: 36,3%
- IDH: 0,898
- Irbes: 149,59
16º) Argentina
- Carga tributária sobre o PIB: 29%
- IDH: 0,797
- Irbes: 149,40
17º) República Tcheca
- Carga tributária sobre o PIB: 34,9%
- IDH: 0,865
- Irbes: 148,39
18º) Reino Unido
- Carga tributária sobre o PIB: 36%
- IDH: 0,863
- Irbes: 146,96
19º) Eslovênia
- Carga tributária sobre o PIB: 37,7%
- IDH: 0,884
- Irbes: 146,7920º) Luxemburgo
- Carga tributária sobre o PIB: 36,7%
- IDH: 0,867
- Irbes: 146,49
21º) Noruega
- Carga tributária sobre o PIB: 42,8%
- IDH: 0,943
- Irbes: 145,94
22º) Áustria
- Carga tributária sobre o PIB: 42%
- IDH: 0,885
- Irbes: 141,93
23º) Finlândia
- Carga tributária sobre o PIB: 42,1%
- IDH: 0,882
- Irbes: 141,56
24º) Suécia
- Carga tributária sobre o PIB: 44,08%
- IDH: 0,904
- Irbes: 141,15
25º) Dinamarca
- Carga tributária sobre o PIB: 44,06%
- IDH: 0,895
- Irbes: 140,41
26º) França
- Carga tributária sobre o PIB: 43,15%
- IDH: 0,884
- Irbes: 140,52
27º) Hungria
- Carga tributária sobre o PIB: 38,25%
- IDH: 0,816
- Irbes: 140,37
28º) Bélgica
- Carga tributária sobre o PIB: 43,8%
- IDH: 0,886
- Irbes: 139,94
29º) Itália
- Carga tributária sobre o PIB: 43%
- IDH: 0,874
- Irbes: 139,84
1º) Austrália
- Carga tributária sobre o PIB: 25,9%
- IDH: 0,929
- Irbes: 164,18
2º) Estados Unidos
- Carga tributária sobre o PIB: 24,80%
- IDH: 0,910
- Irbes: 163,83
3º) Coréia do Sul
- Carga tributária sobre o PIB: 25,1%
- IDH: 0,897
- Irbes: 162,38
4º) Japão
- Carga tributária sobre o PIB: 26,9%
- IDH: 0,901
- Irbes: 160,65
5º) Irlanda
- Carga tributária sobre o PIB: 28%
- IDH: 0,908
- Irbes: 159,98
6º) Suíça
- Carga tributária sobre o PIB: 29,8%
- IDH: 0,903
- - Irbes: 157,49
7º) Canadá
- Carga tributária sobre o PIB: 31%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,53
8º) Nova Zelândia
- Carga tributária sobre o PIB: 31,3%
- IDH: 0,908
- Irbes: 156,19
9º) Grécia
- Carga tributária sobre o PIB: 30%
- IDH: 0,861
- Irbes: 153,6910º) Eslováquia
- Carga tributária sobre o PIB: 28,4%
- IDH: 0,834
- Irbes: 153,23
11º) Israel
- Carga tributária sobre o PIB: 32,4%
- IDH: 0,888
- Irbes: 153,22
12º) Espanha
- Carga tributária sobre o PIB: 31,70%
- IDH: 0,878
- Irbes: 153,18
13º) Uruguai
- Carga tributária sobre o PIB: 27,18%
- IDH: 0,783
- Irbes: 150,30
14º) Alemanha
- Carga tributária sobre o PIB: 36,7%
- IDH: 0,905
- Irbes: 149,72
15º) Islândia
- Carga tributária sobre o PIB: 36,3%
- IDH: 0,898
- Irbes: 149,59
16º) Argentina
- Carga tributária sobre o PIB: 29%
- IDH: 0,797
- Irbes: 149,40
17º) República Tcheca
- Carga tributária sobre o PIB: 34,9%
- IDH: 0,865
- Irbes: 148,39
18º) Reino Unido
- Carga tributária sobre o PIB: 36%
- IDH: 0,863
- Irbes: 146,96
19º) Eslovênia
- Carga tributária sobre o PIB: 37,7%
- IDH: 0,884
- Irbes: 146,7920º) Luxemburgo
- Carga tributária sobre o PIB: 36,7%
- IDH: 0,867
- Irbes: 146,49
21º) Noruega
- Carga tributária sobre o PIB: 42,8%
- IDH: 0,943
- Irbes: 145,94
22º) Áustria
- Carga tributária sobre o PIB: 42%
- IDH: 0,885
- Irbes: 141,93
23º) Finlândia
- Carga tributária sobre o PIB: 42,1%
- IDH: 0,882
- Irbes: 141,56
24º) Suécia
- Carga tributária sobre o PIB: 44,08%
- IDH: 0,904
- Irbes: 141,15
25º) Dinamarca
- Carga tributária sobre o PIB: 44,06%
- IDH: 0,895
- Irbes: 140,41
26º) França
- Carga tributária sobre o PIB: 43,15%
- IDH: 0,884
- Irbes: 140,52
27º) Hungria
- Carga tributária sobre o PIB: 38,25%
- IDH: 0,816
- Irbes: 140,37
28º) Bélgica
- Carga tributária sobre o PIB: 43,8%
- IDH: 0,886
- Irbes: 139,94
29º) Itália
- Carga tributária sobre o PIB: 43%
- IDH: 0,874
- Irbes: 139,84
30º) Brasil
- Carga tributária sobre o PIB: 35,13%
- IDH: 0,718
- Irbes: 135,8330º)
- Carga tributária sobre o PIB: 35,13%
- IDH: 0,718
- Irbes: 135,8330º)
Fonte: O Povo/CE
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Dia Nacional dos Aposentados: uma data a ser melhor comemorada
No dia 24 de janeiro o país festeja o Dia Nacional dos Aposentados, mesma data em que se comemora a criação da Previdência Social, que completa 89 anos.
para nós da ADUFEPE, é uma alegria muito grande parabenizar cada um dos nossos aposentados, pois é sua presença constante que mostra a força que temos.
Alguns novos resultados parecem estar próximos. Espera-se para fevereiro, a aprovação, em segundo turno pela Câmara dos Deputados, da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 270/08, que trata da aposentadoria por invalidez.
uma matéria de interesse para os aposentados é a PEC 555/06, que extingue gradativamente as cobranças da contribuição previdenciária dos servidores públicos aposentados e pensionistas. A proposta está pronta para ser apreciada no Plenário.
Não podemos deixar que a alegria da tão sonhada e almejada aposentadoria seja frustrada com a retirada de direitos e a imposição de dificuldades para lidar no dia-a-dia. Sabe-se que, muitas vezes, a aposentadoria coincide com uma das fases mais delicadas do cidadão. Na grande maioria dos casos, os ganhos caem e as despesas aumentam – o aposentado passa a sustentar a família e a conviver com a necessidade de novos e cotidianos gastos com medicamentos.
Aos que continuam na ativa, cabe batalhar para que o Governo priorize ações voltadas para assegurar políticas voltadas a essa categoria que tanto fez para o nosso país. Fazendo isso, ganham os que já aposentaram e os que ainda estão para se aposentar.
desejamos que os aposentados obtenham mais e novas conquistas e que tenham elementos verdadeiramente suficientes para comemorar o seu dia. A você, aposentado, o nosso muito obrigado!
Fonte Sindifisco
Fonte Sindifisco
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Lei orçamentária é sancionada e não contempla aumento real para aposentados
Dos R$ 2,257 trilhões que a União terá como receita para o exercício financeiro deste ano, R$ 203,24 bilhões serão destinado ao pagamento de pessoal. O valor, porém, não contempla o aumento real dos benefícios pretendidos pelos aposentados que ganham acima do salário mínimo.
Além disso, a receita para 2012 não leva em conta os reajustes salariais dos servidores, segundo informações da Agência Brasil. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a Lei do Orçamento está publicada na edição deste sexta-feira (20) do DOU (Diário Oficial da União).
Aprovada A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional no fim de dezembro do ano passado.
A concessão dos reajustes foi motivo de discussão na proposta orçamentária. Manifestantes que pediam recursos para os aumentos chegaram a provocar a interrupção de uma reunião da Comissão de Orçamento.
A Lei do Orçamento prevê o orçamento fiscal referente aos poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, no valor de R$ 959,1 bilhões. Engloba ainda o orçamento da seguridade social, de R$ 535,7 bilhões, com todas as entidades e órgãos a ela vinculados, além de fundos e fundações, instituídos e mantidos pelo Poder Público.
Fonte Yahoo Notícias
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Os dez melhores países para um aposentados viver
1.Equador
O primeiro colocado foi o Equador, com 91,1 pontos. Entre os quesitos avaliados, a melhor pontuação do país foi em custo de vida, que levou nota 100. Segundo o estudo, um casal que fica de olho em suas despesas consegue viver confortavelmente com 800 dólares por mês. O país também oferece uma série de benefícios para aposentados, como 50% de desconto no transporte público, eventos culturais e até na conta de água e luz (com um limite de gasto pré-estabelecido).
2. Panamá
O segundo lugar da lista é o Panamá, com um total de 90,4 pontos. O país alcançou nota 100 na categoria benefícios especiais para aposentados. O país tem um programa para aposentados chamado “Pensionado”. Aberto para estrangeiros, o pacote de vantagens inclui uma série de descontos, que alcança até restaurantes 25% mais baratos e lanchonetes fast food com preço 15% mais baixo.
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Fonte: JL/Exame |
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Mais 168 mil aposentados são incluídos na lista do teto
INSS reconhece direito a reajuste e atrasados. Outros 2.788 casos estão em análise
Segundo o INSS, outros 2.788 benefícios em análise podem ser incluídos no pagamento direto, sem que o segurado tenha que recorrer à Justiça. Os casos são avaliados pela Divisão de Revisão de Direitos e Coordenação Geral de Reconhecimento de Direitos da Diretoria de Benefícios do instituto.
Atenção aos valores
Caso fique confirmado algum erro, o segurado pode pedir revisão das contas no posto do INSS ou procurar diretamente a Justiça. Isso porque a questão já foi julgada pelo Supremo Tribunal Federal.
Quem tem direito a receber correção
- Para saber se estão enquadrado na regra, aposentados ou pensionistas devem conferir se a Carta de Concessão do benefício traz a inscrição ‘limitado ao teto’ ou ‘100%’. Quem não tem o documento precisa pedir uma segunda via ao INSS.
- Não terão direito à correção administrativa os benefícios com data de início anterior a 5 de abril de 1991 e posteriores a 1º de janeiro de 2004.
- Também estão fora da revisão aposentados que não tiveram o ganho limitado ao teto na data da concessão e os precedidos de benefícios (como auxílio-doença) com data anterior a 5 de abril de 1991.
Fonte O Dia Online
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Delegação da Adufepe levará propostas de aposentados ao Congresso do Andes
Dos dez delegados que representarão a ADUFEPE no 31º Congresso do Andes - SN, entre os dias 15 e 20 de janeiro de 2012 em Manaus, três são aposentados. De acordo com o professor Guilherme Varela, Coordenador do Gt de Assuntos de aposentadoria da ADUFEPE, as TRs que foram aprovadas em assembleia com destaque para os interesses da categoria, serão levadas ao congresso nacional. Os associados podem acompanhar neste blog o desdobramento das propostas assim que forem apresentadas.
Delegados irão representar a ADUFEPE no Congresso
Nome | Votos |
Guilherme Varela - aposentado | 35 |
José Luis Simões | 34 |
Fábio Paiva | 33 |
Irani Júnior | 33 |
Natália Barros | 33 |
Jane Higino | 33 |
Marcos Vieira | 31 |
Jarbas Souza - aposentado | 30 |
José Amaro - aposentado | 30 |
Carlos Alberto | 29 |
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Em jogo, o reajuste dos aposentados
Apresidente Dilma Rousseff vai iniciar um ano eleitoral, no qual os políticos tendem a ser mais benevolentes com os gastos públicos para beneficiar aliados nos pleitos eleitorais, tendo à mesa a demanda de aproximadamente 9 milhões de aposentados que ganham acima de um salário mínimo (R$ 622). Após a pressão feita pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP) durante a votação do Orçamento de 2012, Dilma encaminhou, em 26 de dezembro, aos ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e da Previdência, Garibaldi Alves, um ofício marcando a retomada do diálogo com os sindicatos a partir de fevereiro.
Dilma, contudo, resiste à ideia de conceder aumentos. A presidente quer segurar os aumentos em 2012 para privilegiar os investimentos públicos. Com isso, planeja garantir um crescimento maior do PIB — a meta presidencial é de 5% — impedindo que a crise internacional faça seus estragos aqui.
O cálculo também é político. Com um PIB robusto em 2012, ela poderá dar um reajuste no salário mínimo consistente em 2014, ano em que provavelmente concorrerá à reeleição, já que a regra do aumento define que o percentual é calculado com base na inflação do ano anterior (2013) mais o PIB de dois anos antes (2012). Como é adepta do rigor fiscal, a presidente não quer deixar para a inflação a tarefa de vitaminar esse percentual do mínimo.
Paulinho afirmou que a conversa que pretende ter com Gilberto e Garibaldi a partir de fevereiro — o ofício foi encaminhado ao Sindicato Nacional dos Aposentados, filiado à Força Sindical — não passa apenas pelo aumento do vencimento dos aposentados. “Eu estou cobrando do governo a promessa feita durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff de criar uma política específica para esse setor da população”, declarou. Isso passa, além do reajuste, por ações como a redução no preço dos medicamentos e outros benefícios aos aposentados.
O deputado está disposto a negociar os limites do reajuste que ele mesmo propôs como emenda ao Orçamento de 2012. Os 11,76% de reajuste são a inflação mais 80% do PIB do ano anterior. Paulinho calcula que o impacto no orçamento nem é tão grande diante da multidão que será beneficiada pela medida. Segundo os cálculos, são R$ 6 bilhões de aumento nos gastos públicos para atingir 9 milhões de pessoas com potencial suficiente para acelerar o crescimento da economia. “80% desses aposentados recebem até dois salários mínimos”, completou.
Saiba mais
Pressão
Confira mais detalhes sobre o reajuste dos aposentados do INSS que ganham acima de um salário mínimo 11,7% a proposta 80% ganham até dois salários mínimos (R$ 1.244) 8,9 milhões é o público alvo R$ 7 bilhões é o impacto estimado.
Outras categorias que poderão pressionar
Servidores do Judiciário: cobram aumento de 56%
Aposentados no serviço público:
não há reajuste previsto, mas eles também pleiteiam recomposição salarial
Dilma, contudo, resiste à ideia de conceder aumentos. A presidente quer segurar os aumentos em 2012 para privilegiar os investimentos públicos. Com isso, planeja garantir um crescimento maior do PIB — a meta presidencial é de 5% — impedindo que a crise internacional faça seus estragos aqui.
O cálculo também é político. Com um PIB robusto em 2012, ela poderá dar um reajuste no salário mínimo consistente em 2014, ano em que provavelmente concorrerá à reeleição, já que a regra do aumento define que o percentual é calculado com base na inflação do ano anterior (2013) mais o PIB de dois anos antes (2012). Como é adepta do rigor fiscal, a presidente não quer deixar para a inflação a tarefa de vitaminar esse percentual do mínimo.
Paulinho afirmou que a conversa que pretende ter com Gilberto e Garibaldi a partir de fevereiro — o ofício foi encaminhado ao Sindicato Nacional dos Aposentados, filiado à Força Sindical — não passa apenas pelo aumento do vencimento dos aposentados. “Eu estou cobrando do governo a promessa feita durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff de criar uma política específica para esse setor da população”, declarou. Isso passa, além do reajuste, por ações como a redução no preço dos medicamentos e outros benefícios aos aposentados.
O deputado está disposto a negociar os limites do reajuste que ele mesmo propôs como emenda ao Orçamento de 2012. Os 11,76% de reajuste são a inflação mais 80% do PIB do ano anterior. Paulinho calcula que o impacto no orçamento nem é tão grande diante da multidão que será beneficiada pela medida. Segundo os cálculos, são R$ 6 bilhões de aumento nos gastos públicos para atingir 9 milhões de pessoas com potencial suficiente para acelerar o crescimento da economia. “80% desses aposentados recebem até dois salários mínimos”, completou.
Saiba mais
Pressão
Confira mais detalhes sobre o reajuste dos aposentados do INSS que ganham acima de um salário mínimo 11,7% a proposta 80% ganham até dois salários mínimos (R$ 1.244) 8,9 milhões é o público alvo R$ 7 bilhões é o impacto estimado.
Outras categorias que poderão pressionar
Servidores do Judiciário: cobram aumento de 56%
Aposentados no serviço público:
não há reajuste previsto, mas eles também pleiteiam recomposição salarial
Fonte Diario de Pernambuco
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Feliz 2012 aposentados
Mais um ano inicía-se e com ele a expectativa de que tudo será melhor. Para nós, aposentados, o desejo é que a paz faça morada em todos corações, e o respeito aos nossos direitos sejam preservados. Direitos estes conquistados através do nosso trabalho e muitas vezes com dificuldade.
Nós temos muitos o que compartilhar a cada mês deste ano, pois foram muitos anos plantando e colhendo frutos nesta vida.
Então amigos aposentados, que 2012 seja o ano das conquistas e das responsabilidades,
no sentido de preservar o respeito a tudo o que conquistamos até aqui e cobrar os direitos que ainda não nos foram participado.
Muitas felicidades e um ano com muita prosperidade !
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