quinta-feira, 5 de maio de 2011

Convite - Almoço auto financiável entre Aposentados da ADUFEPE


 Em nome do GT dos Aposentados da ADUFEPE, representado pelos Professores Guilherme Costa Varela e Jarbas souza, convidamos os senhores e senhoras para um almoço auto financiável no dia 12 de maio de 2011. O  encontro será  na sede da ADUFEPE ás 11h, onde os presentes definirão juntos o local da refeição.
Qualquer dúvida entre em contato com a ADUFEPE: 3271-0349/3271-1856/30362257/ 8798-6280

Professores da UFMT decidem hoje se entram ou não em greve

Fonte: A Gazeta
 Uma assembleia será realizada hoje, às 14h, por professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) com objetivo de votar o indicativo de greve da categoria. No Estado, existem cerca 1.300 profissionais ativos e aposentados na instituição federal. Eles querem o reajuste e recomposição do salário, que conforme a Associação de Docentes da UFMT (Adufmat) teve desvalorização de 152% nos últimos 16 anos.

Caso seja aprovado o indicativo, as atividades docentes serão paralisadas por tempo indeterminado, deixando mais de 18 mil estudantes sem aula. Na semana passada, houve a paralisação de 24 horas na instituição. As atividades ficaram suspensas em todas as instituições de ensino federal do país.

O presidente da Adufmat, Carlos Eilert, explica que os profissionais reivindicam também mais estrutura de trabalho e denunciam o sucateamento da UFMT e do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM).

A categoria exige ainda a contratação de novos professores, já que o quadro atual está defasado, deixando alguns cursos com disciplinas em aberto. A necessidade é para a realização de um novo concurso público.

Outro problema encontrado é a aprovação do Projeto de Lei Complementar 549, que foi arquivado em 2010, mas voltou a ser discutido no congresso. Caso seja aprovado, o projeto determina que os salários dos servidores federais fiquem congelados até 2019, ampliando a desvalorização.

A categoria busca ainda pressionar o governo Federal e mostrar a importância de dedicar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação.

Eilert esclarece que a decisão será tomada pela maioria, por meio de votação, a partir da exposição das reivindicações e demais elementos da pauta

Reajuste de 39% para aposentados aguarda decisão de Dilma

Redação SRZD
Representantes de aposentados e pensionistas querem encontro com a presidente Dilma Rousseff para debater suas reivindicações. Entre elas, o pagamento de revisão e atrasados para quem se aposentou entre 1988 e 2003 e contribuíam pelo teto, prejudicados por reformas da Previdência de 1998 e 2003 (emendas 20 e 41). Lideranças dos segurados querem que a presidente possa intervir e decidir que seja dada a indenização a 131 mil e correção de até 39,35% com atrasados para 600 mil.

O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, vai receber nesta quinta-feira as centrais sindicais para começar a negociação sobre o fim do fator previdenciário. Na reunião, a questão de teto será colocada pelo presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, João Batista Inocentini.

"Vou pedir explicações e solicitar audiência com quem manda (a presidenta). Acho que, se soubesse com detalhes do que estamos tratando, ela poderia determinar o cumprimento administrativo da decisão do Supremo. Nossa experiência mostra isso. O problema é que ainda não tivemos reunião com ela. Quando nos reuníamos com o ex-presidente (Luiz Inácio Lula da Silva), ele mandava fazer o que tinha de ser feito", afirmou o sindicalista.

Aposentados recorrem a Dilma na ação contra INSS

Instituto já admitiu intenção de pagar revisão de até 39,35%. Falta governo liberar dinheiro

Rio - Representações de aposentados e pensionistas querem ter encontro com a presidenta Dilma Rousseff para discutir suas reivindicações. Entre os pedidos que farão, está o pagamento de revisão e atrasados àqueles que se aposentaram entre 1988 e 2003 e contribuíam pelo teto, prejudicados pelas reformas da Previdência de 1998 e 2003 (emendas 20 e 41). Lideranças dos segurados esperam que a presidenta possa intervir e determinar indenização a 131 mil e correção de até 39,35% com atrasados para 600 mil.

O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, vai receber hoje as centrais sindicais para iniciar a negociação sobre o fim do fator previdenciário. Na ocasião, a questão do teto será levantada pelo presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, João Batista Inocentini.
“Vou pedir explicações e solicitar audiência com quem manda (a presidenta). Acho que, se soubesse com detalhes do que estamos tratando, ela poderia determinar o cumprimento administrativo da decisão do Supremo. Nossa experiência mostra isso. O problema é que ainda não tivemos reunião com ela. Quando nos reuníamos com o ex-presidente (Luiz Inácio Lula da Silva), ele mandava fazer o que tinha de ser feito”, afirmou o sindicalista.

“Ele diria: ‘Mantega, vamos pagar logo”. Mas a Dilma não nos ouviu ainda. Só ouve quem diz que não tem dinheiro. O desgaste político é tão grande por tão pouco. Estamos falando de R$ 1,7 bilhão”, completou Inocentini.
Reunião para definir ação
Presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins Gonçales afirma que já enviou 25 pedidos de audiência com a presidenta Dilma Rousseff. “Nós queremos falar com a presidenta. Temos muitos assuntos e vamos abordar essa questão das ações”, disse Warley.

O INSS já encaminhou resposta ao Ministério Público de São Paulo (MPF-SP), que hoje se reúne com o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força. A ideia é fechar posição sobre a ação civil pública contra o instituto.

O defensor público federal André Ordacgy, que também aguarda resposta do INSS na Defensoria Pública da União (DPU), afirmou que a disposição indicada no conteúdo da carta encaminhada ao MPF-SP é positiva. “Ainda não chegou aqui, mas demonstra boa vontade. No entanto, não podemos afrouxar”, observou o defensor.
Fim do fator será debatido com centrais

A reunião oficial de hoje entre o principal articulador do governo, Gilberto Carvalho, e as centrais debaterá o fim do fator previdenciário. As lideranças vão aproveitar a abertura da negociação para discutir outros temas.
“A proposta do critério da soma mínima entre anos de contribuição e idade (fórmula 85/95) será reapresentada. Temos outras questões , como a cooperativa de crédito, o canal de televisão do aposentado e a criação do Conselho da Seguridade Social”, citou João Batista Inocentini.
“Sobre as ações do teto, vou seguir a posição fechada na reunião com o MPF-SP, mas aviso que, para os nossos aposentados, ainda há a saída judicial. A solução seria a Previdência pagar administrativamente. Mas tenho 5 mil ações na Justiça e 900 para entrar”, ponderou.
Warley Martins, da Cobap, que também participa do encontro, adiantou que o acordo será difícil. “Não apoiamos a fórmula 85/95. Por ela, muita gente vai trabalhar mais, embora se diga o contrário. Um trabalhador da Construção Civil não aguenta ir até os 60 anos”, disse.
Fonte O Dia Online